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Nesse sentido, projetos como MB Digital Assets e Monnos têm impulsionado a tokenização no país.

Tokenização no Brasil ganha impulso

Recentemente, o Mercado Bitcoin anunciou a liquidação de seu primeiro título tokenizado.

A rentabilidade superou o esperado, sendo ela de 2,57% em pouco mais de três meses.

Cerca de duas semanas depois, a exchange anunciou a tokenização de outras cotas.

E é este evento que destaca a popularização da tokenização no Brasil. Em menos de 24 horas, todos os tokens foram vendidos.

Reinaldo Rabelo, CEO do Mercado Bitcoin, falou ao CriptoFácil sobre tokeenização:

“Como já declarou o presidente do Banco Central, o sistema financeiro do futuro é digital – inclusive, com moedas digitais. Já a tokenização de ativos reais é a digitalização do mercado de investimentos alternativos (ativos reais, como direitos a precatórios e cotas excluídas de consórcio), e vai chegar no mercado de capitais tradicional em breve.”

Ele completa falando sobre a aplicação de blockchain em investimentos:

“O uso de blockchain cria um ecossistema transparente e aberto que permite resolver de vez problemas como o de conflito de interesses sobre rebates e spreads, que gerou a recente briga entre XP e Itaú. No último lançamento de tokens da MB Digital Assets, os ativos digitais foram consumidos em menos de 3h, de forma até surpreendente e comprovando o aumento de interesse das pessoas por ativos alternativos para complementar seu portfolio de investimentos tradicionais.”

Negociando tokens

Outra iniciativa que tem colaborado com a popularização da tokenização é a Monnos.

Trata-se de uma plataforma que disponibiliza diversos ativos alternativos para negociação. Ou seja, é uma plataforma para negociação de tokens.

Não só isso, a Monnos ainda permite que usuários sigam estratégias de traders mais experientes – modelo conhecido como copy trading.

Assim, além de democratizar o investimento em ativos alternativos, a plataforma também torna o processo mais fácil.

Outra plataforma utilizada para negociar tokens é a Concash. A empresa é parceria da MB Digital Assets no processo de negociação de tokens.

Bruno de Lima Pinheiro, CEO da Concash, falou com CriptoFácil sobre a negociação de títulos tokenizados:

“O mercado de consórcio continua crescendo e, pela característica do produto, o consorciado que precisa dos recursos aportados antes do fim do grupo fica sem alternativa. Por isso, oferecer uma saída de forma organizada para o consorciado, negociando esse ativo para outros fins, como ativos digitais, é o que entendemos ser uma oportunidade única e inovadora no segmento.”

Nota-se por meio das iniciativas que a tokenização tem crescido em popularidade no Brasil.

Em outras palavras, o processo de democratização de investimentos tem ganhado força no país.

Ethereum 2.0 está chegando





A última rede de testes (testnet) do Ethereum 2.0 será lançada em 4 de agosto, e isto não poderia ocorrer em melhor hora. Além da alta de 25% acumulada na semana, o Ethereum está no auge das plataformas de finanças descentralizadas, ou DeFi. A euforia é tanta que alguns tokens subiram mais de 100% recentemente, incluindo Ampleforth (AMPL), Aave (LEND) e Elrond (ERD). Sem entrar no detalhe de cada projeto, a nova mania é o “yield farming”, que mal comparando, seria o equivalente a ser sócio de um banco descentralizado. O efeito final foi o entupimento da rede Ethereum, causado pelo aumento da circulação nas stablecoins no padrão ERC-20, que já ultrapassam os US $ 8 bilhões, além da grande quantidade de transações geradas por estas plataformas automatizadas de empréstimos. .

Livecoins

YouTube nega responsabilidade por fraude de criptomoeda no processo Ripple

JULHO 23, 2020 BY NICHOLAS SAY




A equipe jurídica da plataforma de compartilhamento de vídeo nega responsabilidade pelo golpe, pois o conteúdo foi criado por terceiros Em resposta ao recente processo movido pela Ripple contra o YouTube, a plataforma de mídia on-line negou toda a responsabilidade do golpe de criptomoeda, alegando que foi o trabalho de uma parte separada que não faz parte do YouTube. No início deste ano, uma fraude de “XPR Giveaway” apareceu no YouTube. Os golpistas teriam acesso aos canais de criadores de conteúdo do YouTube por meio de ataques de spear-phishing. Depois, os golpistas retiraram os canais de todo o seu conteúdo e postaram vídeos representando o CEO da Ripple, Brad Garlinghouse. A fraude solicitou aos usuários que enviassem entre 5.000 XPR e 10.000 XPR para um endereço listado, prometendo um retorno de 500% aos usuários. Ripple continua desconfiado de que o YouTube foi cúmplice da fraude, dando aos fraudadores a capacidade de exibir anúncios e lucrar com eles..

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